Sim. Como a central é totalmente programável, basta reconfigurar o arquivo base de injeção para uma escala compatível com leitura de pressão positiva (MAP turbo) e redimensionar os bicos.
O motor turbo costuma exigir maior rigor técnico no acerto de avanço de ignição em altas pressões, pois um erro milimétrico no mapa de ponto pode causar quebra imediata por detonação.
Sim. A Athlon M250x suporta perfeitamente o uso de sensores de etanol (FlexFuel) ou mapas dedicados para gasolina, etanol puro ou metanol, ajustando os tempos de injeção automaticamente.
O ganho de torque em aspirados vem principalmente da otimização do avanço de ignição e da mistura ar/combustível ideal que a central original bloqueava de fábrica.
Depende das saídas auxiliares configuradas no projeto do chicote e do firmware da Athlon M250x, sendo amplamente compatível com controle de pressão por solenóides PWM.
Com um bom acerto de malha fechada (closed loop), ambos mantêm uma marcha a lenta estável, mas o consumo em regime de carga dependerá diretamente do tamanho dos bicos injetores instalados.
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