Não é recomendado. Além de o carro perder rendimento e consumir mais combustível, há o risco iminente de o eixo ou as borboletas se romperem e entrarem no motor, causando danos gravíssimos aos pistões.
Geralmente acende a luz amarela da injeção eletrônica e, em alguns casos mais severos de perda de pressão, o veículo entra em "Modo de Segurança", limitando a velocidade e a rotação.
O coletor não possui uma quilometragem fixa de troca estipulada pelo manual, pois depende muito da qualidade do combustível, das manutenções do filtro de ar e do uso do veículo. No entanto, problemas começam a aparecer com mais frequência após os 120.000 km.
Não. A limpeza remove o acúmulo de fuligem da EGR, o que é excelente para a manutenção preventiva. Porém, se já existe desgaste físico e folga nas hastes das borboletas, somente a troca da peça resolve o problema do vazamento e do risco de quebra.
Sim, desde que ambos sejam equipados com o mesmo motor 2.0 16V Multijet Diesel. A plataforma do motor é compartilhada entre os modelos Jeep Compass, Renegade, Commander e Fiat Toro.
Sim. Sempre que o coletor de admissão for removido ou substituído por um novo, o kit de juntas de vedação deve ser trocado por peças novas para garantir a estanqueidade e evitar vazamentos de pressão do turbo.
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