Existem produtos químicos aplicados via spray no corpo de borboletas (descarbonizantes), mas em motores diesel com alto grau de carbonização e borra espessa, o resultado é superficial. A limpeza realmente eficiente exige a remoção física do coletor.
Sim. O diesel S10 possui baixo teor de enxofre em comparação ao antigo S500, gerando uma queima muito mais limpa e reduzindo consideravelmente a velocidade de acumulação de fuligem no sistema EGR e no coletor.
Embora alguns proprietários façam a anulação física e eletrônica da EGR, essa prática altera o projeto original de emissões do veículo, pode gerar irregularidades na inspeção veicular e altera o comportamento térmico da câmara de combustão.
Os sintomas mais comuns incluem falhas de funcionamento em marcha lenta, hesitação ao arrancar, acendimento da luz de injeção e registros de falhas de fluxo de recirculação no scanner.
Os aditivos limpa-bicos e antifumaça aplicados no tanque ajudam a manter a linha de combustível e os injetores limpos. No entanto, como o coletor de admissão recebe gases de escape e vapores de óleo (e não combustível diretamente), o aditivo de tanque não limpa o interior do coletor.
Sim. O motor 2.0 16V Multijet presente na Fiat Toro, Jeep Compass, Commander e Renegade compartilha a mesma arquitetura de recirculação de gases, tornando o plano de limpeza preventiva idêntico para todos eles.
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